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O Primeiro Homem

O Primeiro Homem

Vivencie a impressionante jornada para a Lua.Oct. 11, 2018USA141 Min.PG-13
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Sinopse

A história da primeira missão tripulada à lua, focando-se em Neil Armstrong e na década que antecedeu ao histórico voo espacial Apollo 11. Um relato visceral e intimo contado através da perspetiva de Armstrong, que explora os triunfos e os sacrifícios – de Armstrong, da sua família, companheiros e da própria nação – numa das missões mais perigosas da história da humanidade.

O Primeiro Homem é, realmente, um filme que surpreendentemente não tinha sido produzido, semelhante o nível de importância da satisfação para os americanos e (por que não?) para o mundo. A chegada do homem à lua tornou-se uma razão de grande honra particularmente para o EUA, impulsionado pela mídia e durante as críticas sobre as cifras gastas em plena corrida espacial contrário a União Soviética.

Isso tudo é descrito pelo filme, que tem o script escrito por Josh Singer (de The Post – A Guerra Secreta) e fundamentado no livro de James R. Hansen, que contorna biograficamente a vida privada e profissional de Neil Armstrong desde o início no programa espacial até as suas primeiras palavras como homem histórico.

Enquanto Singer emenda cada circunstância a contar de de um ponto demasiado íntimo, a direção de Damien Chazelle não tem nenhum pudor em ressaltar o seu propósito de colocar o telespectador na pele de Armstrong. Ele o faz já na primeira sequência ao preferir o homem ao invés do universo. Sua escolha por planos fechados, praticamente adentro do uniforme do preferir Armstrong, é claustrofóbica, tensa e acaba por ser de uma ansiedade quase extrema pelos cortes rápidos e propositalmente irregulares de Tom Cross (editor recorrente da curta e extraordinária filmografia de Chazelle). O objetivo de O Primeiro Homem passa a ser, precisamente, aquele que é o homem e não a chegada dele ao nosso satélite natural.

Essa desconstrução causada primeiramente e à primeira vista por roteiro, direção e edição, assim ganha contornos bastante evidentes, posto que as cenas familiares são estabelecidas a contar de uma estética aparentemente caseira. A câmera em punho, a textura e a palidez das imagens lembram as filmagens que eram produzidas pelas clássicas câmeras Super-8, que surgiram precisamente na década de 1960 como um moderno formato de filme amador. E é essa palidez que, a datar, toma conta do filme, principalmente a datar do falecimento da pequena filha de Armstrong.
O Primeiro Homem não é um filme sobre um herói. Nada ufanista,, trata-se de um filme sobre a morte, digo, sobre como é precioso viver. Chazelle, que, aos 33 anos, já havia presenteado o cinema com três longas-metragens, dentre eles Whiplash: Em Busca da Perfeição e La La Land: Cantando Estação, sai inteiramente da sua zona de conforto e se arrisca em um bastante. Da profundidade, da sensibilidade, do lirismo e do romantismo mais profundo de filmes explicitamente ligados à música, ele passa a uma glória da humanidade.Ainda assim, à medida em que abre o seu leque, sua direção jamais mira na facilidade. Aqui, as perdas de pessoas queridas têm enorme importância do que a chegada à lua. Tudo o que Armstrong sente tem mais valor do que o sentimento do mundo quanto ao famoso primeiro passo. A bandeira fincada no solo lunar é vista, inclusive, apenas distanciado, apequenando o país e engrandecendo o astronauta – que é visto geralmente de bem perto em closes intensos.

A dimensão apessoal e o Efeito Kuleshov
Tecnicamente irrepreensível, vale destacar a falta de som quando no espaço, o que retrata a realidade de uma forma que engrandece a missão. A mixagem de som, por sinal, dá a sensação das dimensões exatas de cada item – do poder das turbinas de um foguete aos cliques dentro dos módulos. São incríveis, por exemplo, os diversos closes em parafusos, botões, manivelas, porque, ao concomitantemente em que essas imagens são cercadas por um áudio que busca a realidade, cria uma sensação de aprisionamento terrível. Em se tratando de áudio, a música de Justin Hurwitz (que compôs para todos os filmes de Chazelle) é um destaque à parte, principalmente quando referencia o clássico 2001: Uma Odisseia no Espaço (lançado por Stanley Kubrick um ano antecedentemente da chegada do homem à lua, em 1968) com uma valsa durante um dos poucos vislumbres externos da Terra.

A direção de fotografia de Linus Sandgren (de La La Land: Cantando Estações), aliás, é precisa para o clima de medo: se as imagens caseiras são iluminadas de uma forma serena e difusa, que permite aos personagens transitarem entre a luz e as sombras a depender do que estão sentindo, no momento que os astronautas estão em suas funções, os reflexos nas viseiras e as luzes duras, diretas, dão a dimensão do grau de não-intimidade, apessoal, do trabalho.

Para saber O Efeito Kuleshov é o resultado de um experimento realizado pelo diretor russo Lev Kuleshov na década de 1920. Para chegar ao Efeito, Kuleshov apresenta o rosto de um ator e, posteriormente, a figura de um prato. Na continuidade, o mesmo ator com a mesma expressão vazia antes da figura de uma menina em um caixão. Enfim, o russo apresenta mais uma vez o rosto do ator sem qualquer mudança de expressão e, posteriormente, a figura de uma bela mulher deitada em um sofá (praticamente uma Rose, de Titanic). A mente de quem assiste é o que constrói o significado, que insere o sentimento naquele homem. Fome, tristeza, desejo/admiração? Tudo depende das imagens, dos seus significados e da ressignificação que se dá a cada corte.
O Efeito Kuleshov então: Ryan Gosling consegue interpretar Neil Armstrong com uma expressividade inteiramente vaga. Chazelle, evidentemente, tem papel imprescindível nessa composição, mas Gosling leva tão a sério a sua personagem que permite que a edificação dela seja feita por cada espectador. As emoções que o diretor busca, sejam elas físicas (valeria um alerta aos portadores de labirintite) ou psicológicas, são aquelas necessárias para que o público construa Armstrong por dentro. Exigindo alguma bagagem emotiva do público, o que o afasta imensamente dos seus filmes anteriores, Chazelle, de 33 anos de idade, reflete um raciocínio de 1676 (de Roger de Piles): “A tela deve afrontar o espectador […] e o espectador, surpreso deve ir ao encontro dela como se começasse uma conversa.”

Quando lhe é permitida a chance
A força com a qual a arte toca em quem a presencia é equivalente a quão se está propenso a compreendê-la. Se Gosling é a imagem perfeita do todo, Claire Foy (que interpreta Janet, a esposa de Neil) é a profundidade que complementa toda a falta de transparência sentimental. Não existe ordem no caos, tudo é “vários protocolos e procedimentos para simular que há alguma ordem”, nas palavras da própria personagem.

É essa dualidade que remata o filme em uma das cenas mais bonitas de todos os 141 minutos de durabilidade. Lógico, O Primeiro Homem não se encerra na vitória, naquele que é “o início para o homem e um grande salto para a humanidade”. O filme finda na privacidade de um casal, na introspecção de um homem que seguiu focado mesmo enterrando amigos. A busca pelo toque da esposa através do vidro da quarentena revela, dessa forma, Neil em toda a sua origem. Ele permanece com a face sem expressão, mas é o instante mais fácil de afrouxar e apreciar o que o personagem está sentindo.

O Primeiro Homem não é sobre a chegada do Homem à Lua, é sobre o Homem ser maior do que a conquista. Não é sobre grandeza, é sobre o que fica pelo caminho até a chegada dela. É sobre o fim ser limitado quando se perde muito pelo meio. É sobre o desalento de estar vivo e, ao cocomitantemente, ter bravura para viver. É, acima de tudo, sobre ser um pequenino grão de vida e o quanto se pode fazer seu melhor quando se tem a chance.

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O Primeiro Homem
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O Primeiro Homem
O Primeiro Homem
Título Original First Man
Classificação da IMDb 7.3 129,970 votos
Classificação TMDb 7.1 3,374 votos

Diretor

Elenco

Ryan Gosling isNeil Armstrong
Neil Armstrong
Claire Foy isJanet Shearon
Janet Shearon
Jason Clarke isEd White
Ed White
Kyle Chandler isDeke Slayton
Deke Slayton
Corey Stoll isBuzz Aldrin
Buzz Aldrin
Patrick Fugit isElliot See
Elliot See
Ciarán Hinds isRobert R. Gilruth
Robert R. Gilruth
Olivia Hamilton isPatricia White
Patricia White
Pablo Schreiber isJim Lovell
Jim Lovell

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